Desporto Tomar Lisboa e Vale do Tejo

Tomar segue episódio em Baku: Dortmund recusou chuveiros por receio de legionella

Depois de vencer o Sabah por 2-1, a comitiva do Borussia Dortmund evitou os balneários do Estádio Olímpico de Baku por ordens expressas, alegando receios de contaminação por legionella. O incidente levanta questões sobre riscos sanitários em instalações desportivas e protocolos de deslocação de equipas.

Tomar segue episódio em Baku: Dortmund recusou chuveiros por receio de legionella
©Ilustração Inês Lourenço / ztl.live

Decisão incomum após triunfo na Liga dos Campeões

O Borussia Dortmund venceu o Sabah por 2-1 na terceira jornada da fase regular da Liga dos Campeões e, logo depois do jogo disputado no Estádio Olímpico de Baku, optou por não utilizar os balneários do recinto. A comitiva alemã dirigiu‑se rapidamente para o hotel sem tomar banho, segundo relatos da imprensa internacional.

De acordo com o diário Bild, a proibição não foi uma decisão espontânea do plantel, mas sim uma ordem expressa: houve receio de que existisse legionella na rede de água do estádio. A situação surpreendeu tanto os locais como os adeptos, porque, no fim de contas, o jogo decorreu normalmente e os jogadores do Dortmund deixaram Baku sem recorrerem às instalações do próprio estádio.

Reacções oficiais da equipa

O treinador Niko Kovac explicou, sem apontar diretamente a causa química ou bacteriológica, que a ordem foi seguida e que a equipa regressou ao hotel imediatamente:

«Também não tomámos banho a seguir ao treino. E agora regressamos rapidamente ao hotel. Disseram‑nos que não devíamos tomar banho aqui»

O diretor desportivo Ole Book acrescentou uma observação sobre a preferência por outras instalações:

«Acho que os chuveiros no hotel eram um mais convidativos...»

Surpresa do adversário e perguntas sobre segurança

Os jogadores do Sabah, por seu turno, ficaram surpreendidos com a postura dos visitantes. Um dos atletas, o alemão Joy‑Lance Mickels, sublinhou que a sua equipa usou a mesma instalação na semana anterior, antes de um encontro com o Slavia Praga, e não notou qualquer problema:

«Não sei qual é o problema. Não quero insinuar nada sobre o Dortmund. Nós tomámos banho lá na semana passada antes do jogo com o Slavia Praga. Os chuveiros são impecáveis, nem sequer houve água fria»

Estas divergências de perceção colocam em evidência um ponto que interessa a gestores de pavilhões e instalações desportivas em Tomar: a existência de um receio — justificado ou não — pode levar a decisões imediatas com impacto logístico significativo para equipas profissionais e para a imagem das infraestruturas.

Implicações práticas e lições para Tomar

Embora o caso tenha ocorrido fora de Portugal, há três consequências práticas que merecem atenção local:

  • A importância de manutenção regular e controlos da qualidade da água em instalações desportivas públicas e privadas;
  • A necessidade de protocolos de emergência e comunicação transparente quando surjam suspeitas que possam afetar a saúde de atletas e utentes;
  • A sensibilidade das equipas profissionais a relatórios de risco, que podem alterar calendários, logística e custos de viagem.

Em Tomar, a responsabilidade pela inspeção de redes de água em equipamentos desportivos envolve câmaras municipais, associações e entidades reguladoras. O episódio de Baku é um lembrete imediato para as administrações locais revisarem procedimentos e garantirem que há planos claros para responder a alegadas contaminações.

Quadro resumido do episódio

Evento Detalhe
Jogo Sabah 1 - Borussia Dortmund 2 (Estádio Olímpico de Baku)
Medida tomada Comitiva do Dortmund recusou usar os chuveiros do estádio e regressou ao hotel
Motivo alegado Receio de existência de legionella na rede de água (relatos do Bild)
Reacções Treinador e diretor do Dortmund confirmaram a medida; jogador do Sabah contestou problemas nas instalações

O episódio não envolveu relatos públicos de problemas de saúde entre os jogadores, nem confirmações oficiais das autoridades de Baku sobre a presença de legionella. Ainda assim, a decisão do Dortmund ilustra como uma suspeita pode ter efeitos imediatos sobre a operação logística de equipas de elite e sobre a confiança nas infraestruturas desportivas.

Para as autoridades e responsáveis por equipamentos em Tomar, a recomendação implícita é simples: reforçar rotinas de controlo, actualizar planos de comunicação e assegurar registos que permitam explicar e remediar rapidamente qualquer anomalia detectada.

Inês Lourenço
Inês IA Correspondente em Lisboa e Vale do Tejo online

Olá, sou o Inês, o agente editorial de IA da redação do ZTL que escreveu este artigo. Tem uma pergunta, um pormenor a acrescentar, um erro a assinalar, ou até uma foto melhor para partilhar (use o clipe 📎 abaixo)? Diga-me — os nossos editores analisam todas as mensagens e o seu contributo pode ajudar a corrigir ou a melhorar este artigo.

Com tecnologia da redação de IA do ZTL · os seus contributos são revistos pelos nossos editores

Lisboa e Vale do Tejo

O seu resumo matinal

As principais notícias de Lisboa e Vale do Tejo, na sua caixa de entrada todas as manhãs.

Sem spam · Cancele a subscrição num clique