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Estudiantes elimina Flamengo e passa a ter mesmas seis finais da Libertadores que o São Paulo

Com a eliminação do Flamengo, Estudiantes alcança a sexta final da Copa Libertadores e iguala o São Paulo na lista de clubes com mais decisões na história do torneio.

Estudiantes elimina Flamengo e passa a ter mesmas seis finais da Libertadores que o São Paulo
©Ilustração IA Paulo Bertin / ztl.live

O Estudiantes avançou à final da Copa Libertadores ao eliminar o Flamengo, passando a ostentar seis participações em finais da competição continental, número idêntico ao do São Paulo. A atualização do quadro histórico de finais coloca o clube argentino ao lado do Tricolor paulista entre as equipes com seis decisões da principal competição de clubes das Américas.

Contexto histórico

O levantamento de edições das finais da Copa Libertadores, organizado por histórico de participações, mostra que alguns clubes concentram grande protagonismo ao longo das décadas. No topo da lista aparece o Boca Juniors, com 12 finais, seguido por Peñarol, com 10, e Palmeiras, com 8 finais. Na sequência estão clubes como Independiente e Olimpia, com sete decisões cada.

Com a recente campanha culminando na eliminação do Flamengo, o Estudiantes soma agora 6 finais (1968, 1969, 1970, 1971, 2009 e 2026), igualando o retrospecto do São Paulo (1974, 1992, 1993, 1994, 2005 e 2006). Esse empate destaca uma presença consistente do Estudiantes em momentos decisivos da história da Libertadores.

Impacto para clubes brasileiros

O avanço do Estudiantes tem implicações diretas para clubes brasileiros. O Flamengo, que vinha sendo uma das forças recentes em competições continentais, foi eliminado antes de disputar mais uma final; por outro lado, o Palmeiras figura entre os clubes sul-americanos com mais finais, com 8 participações (1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021, 2025 e 2026), mantendo protagonismo continental para o futebol brasileiro.

  • Estudiantes: 6 finais (1968, 1969, 1970, 1971, 2009, 2026)
  • São Paulo: 6 finais (1974, 1992, 1993, 1994, 2005, 2006)
  • Palmeiras: 8 finais (1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021, 2025, 2026)

Distribuição das finais entre os principais clubes

Os dados compilados das edições finais ressaltam a concentração histórica de decisões em alguns clubes. A seguir, um quadro sintético com as equipes que acumularam maior número de finais:

Clube Finais Edições
Boca Juniors 12 1963, 1977, 1978, 1979, 2000, 2001, 2003, 2004, 2007, 2012, 2018, 2023
Peñarol 10 1960, 1961, 1962, 1965, 1966, 1970, 1982, 1983, 1987, 2011
Palmeiras 8 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021, 2025, 2026
Independiente / Olimpia / River Plate 7 cada Listagens históricas diversas

Relevância esportiva e simbólica

Alcançar a marca de seis finais é um indicador da regularidade e da capacidade de clubes de traduzir campanhas em avanços até a decisão máxima do torneio. Para torcedores e dirigentes, números como esses servem não apenas como estatística, mas como argumento na disputa por prestígio continental e atração de patrocinadores, atletas e receitas de TV.

No caso específico do futebol paulista, o fato de o São Paulo manter a marca de seis finais sinaliza a presença histórica do estado entre os mais vitoriosos da América do Sul. Ao mesmo tempo, a eliminação do Flamengo por Estudiantes altera a dinâmica da representação brasileira nas finais recentes, em um cenário em que outros clubes do país, como Palmeiras e Atlético-MG, também apareceram em decisões nas últimas edições.

O que esses números dizem sobre a Libertadores

O registro de finais por clube ao longo das décadas evidencia tanto hegemonias temporais quanto ciclos de renovação: clubes que dominaram nos anos 1960 e 1970 seguem presentes no rol das maiores incidências; equipes com campanhas recentes ampliam ou reforçam sua tradição. A presença de clubes argentinos, uruguaios e brasileiros no topo mostra a competitividade histórica do continente.

Com a confirmação do Estudiantes entre os finalistas, o panorama estatístico da Libertadores ganha novo contorno, mantendo a competição como palco de confrontos entre tradição e renovação no futebol sul-americano.

Paulo Bertin
Paulo IA Correspondente em São Paulo online

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